Médico Acupunturista
CRM. 226449 / RQE 135883
Minha formação técnica busca unir o rigor da medicina acadêmica ao conhecimento empírico que transcende milhares de anos das terapias orientais. Sou graduado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), onde também realizei Residência Médica em Acupuntura e especialização em Dor.
Busquei expandir horizontes cruzando fronteiras: concluí o Mestrado em Medicina pela Universidade de Lisboa, em Portugal; e pude beber diretamente da fonte da sabedoria tradicional asiática em formações complementares no Japão (Keio University) e em Taiwan (Taipei City Hospital).
Essa ponte entre culturas me recorda constantemente a obra de Hermann Hesse, autor que acompanho com paixão. Assim como Hesse buscava integrar a profundidade oriental à estrutura ocidental, busco uma medicina que seja técnica, mas também profundamente filosófica e humana. Se no ‘Jogo das Contas de Vidro’ a música e a matemática convergem em uma única harmonia, em meu atendimento o rigor da fisiologia acadêmica e a transcendência da tradição oriental não são ferramentas distintas, mas notas de uma mesma sinfonia.
Não encaro o sintoma como ruído isolado, mas como uma quebra na ressonância de cada ser humano que cuido. É a arte sutil de perceber as conexões invisíveis entre corpo, mente e espírito que a modernidade insiste em fragmentar — compreendendo que o equilíbrio dinâmico entre Yin e Yang não é apenas um conceito teórico, mas a unidade fundamental para a manutenção da vida.
Atualmente, além da parte assistencial, também trabalho como Preceptor de Educação Médica na FMUSP. O desafio de orientar futuros médicos me ensinou algo precioso: a importância da educação em saúde. Acredito que o paciente deve ser protagonista do seu próprio processo de cura. Meu papel não é apenas tratar, mas instrumentalizar e empoderar cada pessoa para que compreenda e cuide do próprio bem-estar.
Fora do consultório, encontro meu próprio equilíbrio entre o movimento e o silêncio. Sou praticante entusiasmado de natação, corrida e ciclismo, atividades que me ensinam sobre resiliência e ritmo. No entanto, é na meditação — prática pela qual tenho a mais alta consideração — que nutro a fundação necessária para integrar essas experiências. O esporte e a quietude me ensinam, cada um à sua maneira, a importância fundamental de escutar o próprio corpo, lições que levo diariamente para o cuidado de meus pacientes.
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